O desenvolvimento de uma cidade é quase sempre amparado na
quantidade de industrias que auxiliam o bom funcionamento de uma série de bens imprescindíveis
para a manutenção do bem estar social.
Em contra partida a esse desenvolvimento quase sempre existe
a constante batalha travada entre as industrias versus o meio ambiente. Mais
será que é inevitável a manutenção das atividades industriais sem que se pense
na sustentabilidade?
De certa forma o ecologicamente correto perpassa quase
sempre uma área vista por muitos de forma superficial. As vezes o
desenvolvimento de uma industria pode ser sustentado por práticas que visam
compromisso com um bem que nada mais é de todos.
Engraçado constatar que as práticas como: substituição da
energia utilizada na industria para uma mais limpa ou quem sabe até na adoção
de projetos sustentáveis, por intermédio da redução do papel já utilizado em
informes e anúncios publicitários, é comumente encarada como algo não rentável.
Será que nós, brasileiros conseguimos visualizar despesas mais úteis do que com
o cuidado de um bem nosso? Não existe nada mais desvantajoso do que falar em
lucro sem enxergar que ao utilizarmos cerca de uma tonelada de papel estamos
cortando 40 mil árvores, responsáveis não tão somente pela a representação do
verde em um país cada vez mais cinza como também pela filtragem do gás carbônico
e conversão de grande parte do oxigênio respirado por nós.
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